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Arte Contemporânea; 3 questões para 3 autores

Para estabelecer relações entre a produção da arte contemporânea e o pensamento em torno dela e, sob alguma medida, propor possíveis respostas (contingenciais) às mesmas, o curso propõe um exercício dialógico a partir de questões recorrentes em relação ao papel social e à experiência de fruição da arte contemporânea

As falas dos autores que acompanharão a análise de obras contemporâneas, abordadas sob a lente de três questões em cada módulo, abrangerão o universo da teoria da arte e alguma literatura. Também estará presente articulação entre linguagens artísticas que possam demonstrar como certos conceitos e noções vindos da filosofia, da história, da psicanálise e das ciências sociais, incorporam-se nas propostas poéticas – nas artes visuais, no cinema, na música, na poesia.

Marília Panitz é mestre em Arte Contemporânea: teoria e história da arte, pela Universidade de Brasília. Atua como professora desde 1980 e dirigiu o Museu Vivo da Memória Candanga e o Museu de Arte de Brasília. Desde 2000, coordena o Programa educativo do CCBB- Brasília e foi membro do Comitê de Indicação PIPA 2011. É curadora independente, com projetos como: Felizes para Sempre, BsB, Curitiba e SP, 2000/2003; Gentil Reversão, BsB, RJ 2001/2003; Azulejos em Lisboa Azulejos em Brasília: Athos Bulcão e a azulejaria barroca, Lisboa, 2013; Projeto Triangulações 2013 (Salvador, Brasília e Recife); 2014 (Salvador, Belém e Maceió); 2015 (Salvador, Goiânia, Fortaleza).

Carlos Silva é curador independente, historiador, especialista em educação e psicologia e mestre em Teoria e História da Arte Brasileira Contemporânea. Atua como professor de História da Arte, arte-educador, escritor e ensaísta, com textos publicados em livros, catálogos e periódicos. Atua também como coordenador de programas educativos para exposições. Atualmente, é professor de História da Arte e coordenador pedagógico do curso de Licenciatura em Artes Plásticas na Faculdade de Artes Dulcina de Moraes. Em 2016, foi curador da exposição “Na Angola tem: Cantos e memórias do Moçambique do Tonho Pretinho” com fotografias de Marcelo Feijó e coordenação geral de Sebastião Rios e Talita Viana, na Galeria Dulcina (BSB). 

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Módulo 1 | 14, 21 e 28 de Setembro
De quem é o discurso na produção contemporânea de arte? Quem produz imagem? 
Arte é ação poética? Arte é ação política? Para quem o artista se dirige?
O que diferencia e o que aproxima arte da documentação do mundo?

Módulo 2 | 05, 19 e 26 de Outubro
O que resta da visualidade específica das artes visuais? 
E quando a figura se apresenta tão banal que não se diferencia em nada da mais rotineira imagem? Ou quando ela simplesmente desaparece substituída por um discurso em torno dela? Como reconhecer aí a obra?
O que é obra aberta à participação? O que são obras que precisam ser “ativadas”? Há um objeto de arte nas intervenções, performances ou em discursos?

Módulo 3 | 16, 23 e 30 de Novembro
Quando a arte derruba fronteiras de sua especificidade, reivindicada pelas vanguardas históricas, como reconhecer aí o campo específico de conhecimento que é a arte? 
Como relacioná-la com outros campos sem que ela se confunda de tal maneira com eles que simplesmente desapareça?
Da afirmação do excesso de imagens da vida contemporânea à produção de evocações. Onde está a arte?

Anne James

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